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O termo “pré-embrião” foi introduzido no debate científico em 1979 pelo biólogo Clifford Grobstein em seu trabalho “Fertilização Humana” [1,2]. A partir daí, o Comitê Warnock, em seu relatório de pesquisa sobre fertilização e embriologia humana no Reino Unido, considera-o como o período que abrange desde a união singâmica dos gametas sexuais dos progenitores até 14 dias após a fertilização [3]. É evidente que, desde aquela data até hoje, tem havido um debate para discutir a sustentabilidade e a validade científica dessa nova definição, sobretudo porque ela abrange aspectos não apenas biológicos do início da vida humana, o que tem sido instrumentalizado na argumentação para manipular embriões humanos durante esse período de sua existência.
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