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Caracterização clínica e sociodemográfica de doentes com VIH com síndrome inflamatória de reconstituição imunitária, Antioquia – Colômbia





Seção
Artigos de pesquisa

Como Citar
Gallego-Quintero, S., Patiño-Isaza, A. M. ., Florez-Restrepo, D. L. ., Benjumea-Bedoya, D. ., Sanchez, I. P., Villegas-Arbeláez, E., Giraldo-Hoyos, S. ., Botero-Garcés, J. H., Taborda-Vanegas, N. A., & Alzate-Ángel, J. C. . (2022). Caracterização clínica e sociodemográfica de doentes com VIH com síndrome inflamatória de reconstituição imunitária, Antioquia – Colômbia. Archivos De Medicina (Manizales), 22(1). https://doi.org/10.30554/archmed.22.1.4350.2022
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Gallego-Quintero, S., Patiño-Isaza, A. M. ., Florez-Restrepo, D. L. ., Benjumea-Bedoya, D. ., Sanchez, I. P., Villegas-Arbeláez, E., Giraldo-Hoyos, S. ., Botero-Garcés, J. H., Taborda-Vanegas, N. A., & Alzate-Ángel, J. C. . (2022). Caracterização clínica e sociodemográfica de doentes com VIH com síndrome inflamatória de reconstituição imunitária, Antioquia – Colômbia. Archivos De Medicina (Manizales), 22(1). https://doi.org/10.30554/archmed.22.1.4350.2022

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Salomon Gallego-Quintero
Ana María Patiño-Isaza
Daniela Lucía Florez-Restrepo
Dione Benjumea-Bedoya
Isaura Pilar Sanchez
Esteban Villegas-Arbeláez
Sofía Giraldo-Hoyos
Jorge Humberto Botero-Garcés
Natalia Andrea Taborda-Vanegas
Juan Carlos Alzate-Ángel

Introdução: Apesar da eficácia da terapia antirretroviral de alta atividade no controlo da infeção pelo VIH, 15-30% destes doentes desenvolvem a Síndrome Inflamatória de Reconstituição Imunológica (IRIS), que consiste num agravamento clínico no início da Terapia Antirretroviral de Alta Atividade (TARAA). É importante conhecer a prevalência e as características das pessoas com IRIS para ajudar a desenvolver estratégias de prevenção.

Objetivo: Descrever a prevalência e as características clínicas e sociodemográficas de um grupo de doentes com VIH que apresentaram IRIS numa instituição de saúde, em Antioquia – Colômbia.

Métodos: Estudo observacional descritivo, no qual foram analisados dados clínicos de 188 doentes com diagnóstico de VIH que receberam TARAA entre 2013 e 2018. A presença de IRIS foi definida de acordo com os critérios de French 2004 ou critérios de alta suspeita, de acordo com o historial de infeções oportunistas (IO) nos doentes com informação clínica incompleta.

Resultados: A prevalência de IRIS foi de 12,8% (destes, 12,5% segundo os critérios de French e 87,5% segundo critérios de alta suspeita). Entre aqueles que apresentaram IRIS, 25% eram mulheres com uma idade média de 41,5 anos; 91,6% apresentaram IO, sendo mais comum a infeção por tuberculose (72,7%).

Conclusões: Na era da TARAA, ainda se verifica um número significativo de casos de IRIS, o que resulta na necessidade de continuar a implementar protocolos atualizados de prevenção e diagnóstico e de início precoce do tratamento.


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