Ir para o menu de navegação principal Ir para o conteúdo principal Ir para o rodapé

Estudo da associação entre os dados antropométricos e articulares com a dor em praticantes de balé clássico





Seção
Artigos de pesquisa

Como Citar
Machado Sanchez, H. ., Fernandes Ferreira, N., Pimenta, B. J., Aparecida Alves, B., & de Morais Sanchez, E. G. . (2019). Estudo da associação entre os dados antropométricos e articulares com a dor em praticantes de balé clássico. Archivos De Medicina (Manizales), 20(1), 116-122. https://doi.org/10.30554/archmed.20.1.3477.2020
Baixar Citação

Dimensions
PlumX

Como Citar

Machado Sanchez, H. ., Fernandes Ferreira, N., Pimenta, B. J., Aparecida Alves, B., & de Morais Sanchez, E. G. . (2019). Estudo da associação entre os dados antropométricos e articulares com a dor em praticantes de balé clássico. Archivos De Medicina (Manizales), 20(1), 116-122. https://doi.org/10.30554/archmed.20.1.3477.2020

Baixar Citação

##articleSummary.license##
Hugo Machado Sanchez
Natany Fernandes Ferreira
Beatriz Julia Pimenta
Byanca Aparecida Alves
Eliane Gouveia de Morais Sanchez

Hugo Machado Sanchez,

Doutor em Ciências da Saúde. Docente do curso de Fisioterapia, pela Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí (UFG)/ Jataí/ Goiás/Brasil


Natany Fernandes Ferreira,

Bacharel em Fisioterapia pela Universidade de Rio Verde (UniRV)/ Rio verde/Goiás/Brasil


Beatriz Julia Pimenta,

Acadêmica do curso de Fisioterapia, pela Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí


Byanca Aparecida Alves,

Acadêmica do curso de Fisioterapia, pela Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí


Eliane Gouveia de Morais Sanchez,

Doutora em Ciências da Saúde. Docente do curso de Fisioterapia, pela Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí


Objetivo: o estudo tem como objetivo, estudar os fatores musculoesqueléticos que podem gerar dor em bailarinas clássicas. Os movimentos do balé requerem que o desempenho seja realizado com maestria, envolvendo posições articulares em seu limite e esforços musculares que podem exceder as amplitudes normais de movimento, gerando assim, elevado estresse mecânico nos ossos e tecidos moles. Diversos fatores podem estar associados a dores intensas e a lesões musculoesqueléticas em praticantes de balé clássico. Materiais e métodos: foi realizado um estudo de caso, no qual foram avaliados os dados de três bailarinas clássicas com idade entre 15 e 17 anos, em um estúdio de balé clássico selecionado e localizado no interior de Goiás. Para coleta de dados foram utilizados dois instrumentos, sendo eles o Questionário de Avaliação da Bailarina Clássica, formulado pela própria pesquisadora e a avaliação física, onde foram coletados dados a partir de uma ficha elaborada pelos pesquisadores. Resultados: as voluntárias referiram dor, principalmente no movimento de grand plié, aumento da amplitude de abdução de quadril e fraqueza nos rotadores laterais de quadril. Conclusão: este estudo revelou uma maior incidência de episódios de dor em bailarinos clássicos causada por desequilíbrio de força muscular em membros inferiores.


Visão geral 713 | Visualizações de PDF 72


Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.
  1. 1. Allen N, Ribbans WJ, Neville AM, Wyon MA. Lesões musculoesqueléticas na dança: A Revisão siste-mática. Int J Phys Med Rehabil 2014; 3(1):252. 2. Picon A, Costa P, Sousa F, Sacco I, Amadio AC. Biomecânica e ballet clássico: uma avaliação de grandezas dinâmicas do sauté em primeira posição e da posição en pointe em sapatilhas de pontas. Revista Paulista de Educação Física. 2002; 16(1): 53-60.3. Meereis ECW, Teixeira CS, Pranke GI, Lemos LFC, Mota CB. Sintomatologia dolorosa em bailarinos: uma revisão. Rev Bras Ci e Mov 2013; 2:143-150.4. Dorneles PP, Pranke GI, Lemos LFC, Teixeira CS, Mota CB. Análise biomecânica relacionada a lesões no balé clássico. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte 2014; 13(2): 26-4. 5. Marques, AP. Manual de goniometria. São Paulo: Manole; 19976. Kendall FP, Mccreay EK, Provance PG. Músculos: provas e funções, 4ª edição. São Paulo: Manole; 1995.7. Bertoini, IG. A dança e a evolução: O ballet e seu contexto histórico. São Paulo: Tans do Brasil, 1992 8. Hernandez-Barraza L, Yeow CH1, Varela ME. The Biomechanics of Character Types in Javanese Dance. J Dance Med Sci 2019; 23(3):104-111. DOI: 10.12678/1089-313X.23.3.1049. Swain CTV, Bradshaw EJ, Ekegren CL, Orishimo KF, Kremenic IJ, Liederbach M, et al. Multi-seg-ment spine range of motion in dancers with and without recent low back pain. Gait Posture 2019; 70:53-58. DOI: 10.1016/j.gaitpost.2019.02.012 10. Aquino J, Amasay T, Shapiro S, Kuo YT, Ambe-gaonkar JP. Lower extremity biomechanics and muscle activity differ between ‘new’ and ‘dead’ pointe shoes in professional ballet dancers. Sports Biomech 2019; 31:1-12. DOI: 10.1080/14763141.2018.1561931 11. Carter SL, Bryant AR, Hopper LS. An analysis of the foot in turnout using a dance specific 3D multi-segment foot model. J Foot Ankle Res 2019; 12:10. DOI: 10.1186/s13047-019-0318-1.12. Funasaki H, Hayashi H, Sakamoto K, Tsuruga R, Ma-rumo K. Arthroscopic Release of Flexor Hallucis Longus Tendon Sheath in Female Ballet Dancers: Dynamic Pathology, Surgical Technique, and Re-turn to Dancing Performance. Arthrosc Tech 2015; 4(6):e769-74. DOI: 10.1016/j.eats.2015.07.025 13. Municio P. Ballet Clássico: El En Dehors. Revista Española de Medicina de la Educación Física y El Desporte 1993; 2(3):49-58. 14. Haas NA, Plaza MR, DE Rose EH. Estudo antropo-métrico comparativo entre meninas espanholas e brasileiras praticantes de dança. Revista Brasi-leira de Cineantropometria e Desempenho Humano2000; 2(1):50-57.15. Guimarães ACA, Simas JPN. Lesões no ballet clássico. Revista da Educação Física/UEM 2001; 12(2):89-96