Ir al menú de navegación principal Ir al contenido principal Ir al pie de página del sitio

Gestational syphilis in the low amazon mesoregion, Brazil, 2008 - 2018

GESTATIONAL SYPHILIS IN THE LOW AMAZON MESOREGION Sífilis gestacional en mesorregión del bajo amazonas, Brasil, 2008 – 2018




Sección
Artículos de Investigación

Cómo citar
de Araujo Sousa, R. J. ., Ribeiro Mafra, A. V. ., do Nascimento Martins, N. V. ., & Ribeiro Mafra, L. S. . (2021). Gestational syphilis in the low amazon mesoregion, Brazil, 2008 - 2018: Sífilis gestacional en mesorregión del bajo amazonas, Brasil, 2008 – 2018. Archivos De Medicina, 21(1), 67-76. https://doi.org/10.30554/archmed.21.1.3783.2021
Descargar cita

Dimensions
PlumX

Cómo citar

de Araujo Sousa, R. J. ., Ribeiro Mafra, A. V. ., do Nascimento Martins, N. V. ., & Ribeiro Mafra, L. S. . (2021). Gestational syphilis in the low amazon mesoregion, Brazil, 2008 - 2018: Sífilis gestacional en mesorregión del bajo amazonas, Brasil, 2008 – 2018. Archivos De Medicina, 21(1), 67-76. https://doi.org/10.30554/archmed.21.1.3783.2021

Descargar cita

Licencia
Creative Commons License

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.

Randerson José de Araujo Sousa
Adriana Vanessa Ribeiro Mafra
Nádia Vicência do Nascimento Martins
Luanna Samara Ribeiro Mafra

Randerson José de Araujo Sousa,

Medical Student at the State University of Pará, Santarém, Brazil. 


Adriana Vanessa Ribeiro Mafra,

Medical Student at the State University of Pará, Santarém, Brazil. ORCID: 


Nádia Vicência do Nascimento Martins,

PhD in Science from the Nursing School of the University of São Paulo and Professor at the State University  


Luanna Samara Ribeiro Mafra,

Graduated in English from the Federal University of Western Pará, Santarém, Brazil


Artículos más leídos del mismo autor/a

Objective: to trace the epidemiological profile of gestational syphilis reported cases in the Low Amazon mesoregion in the period between 2008 and 2018. Materials and Methods: the study was epidemiological, observational, descriptive, retrospective, cross-sectional, and carried out by a quantitative approach. The variables were sociodemographic and epidemiological, and data was available by the Ministry of Health in line with the Department of Surveillance, Prevention, and Control of Sexually Transmitted Infections and Viral Hepatitis. The collected data were tabulated and processed with the aid of Microsoft Excel® 2010 and Action 3.7. Results: when characterizing the epidemiological profile, 949 cases were observed, which did not present normality; an average of 86.3 notifications per year; a median of 81; and a standard deviation of 47.6. The year 2017 stood out with 22.3% of notifications and the average age group was 24 years old. The race/color “brown” predominated with 87.6% and 42.7% did not have completed elementary school. The clinical classification that presented the highest records was “Primary Syphilis” with 49% and gestational age was “Third Trimester” with 50.3% of cases. The most adopted treatment regimen was Penicillin with 82.1%. There were ignored variables in the notification. Conclusion: given the results, it is clear that gestational syphilis is a public health problem in health care for women. Thus, this study can be used as a basis for public agencies to direct projects aimed at prevention and awareness about the consequences generated by the disease.

 


Visitas del artículo 676 | Visitas PDF 82


Descargas

Los datos de descarga todavía no están disponibles.
  1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Sífilis: Estratégias para Diagnóstico no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, Coordenação de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids. 2010. 100 p. Série TELELAB.
  2. Costa CV, Santos IAB, Silva JM, Barcelos F, Guerra HS. Sífilis congênita: repercussões e desafios. Arq Catar de Med. 2017; 46(3):194-202.
  3. Brasil. Sífilis 2018. Curitiba: Secretaria de Saúde do Estado do Paraná. Boletim Epidemiológico do Estado do Paraná.
  4. Febrasgo. Sífilis. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, 2017.
  5. World Health Organization (WHO). Who guideline on syphilis screening and treatment for pregnant women. Geneva: World Health Organization; 2017.
  6. Brasil. Ministério da Saúde. Sífilis 2016. Brasilia: Secretaria de Vigilância em Saúde, 2016. Boletim Epidemiológico.
  7. Nunes OS, Zara ALSA, Rocha DFNC, Marinho TA, Mandacarú PMP, Turchi MD. Sífilis gestacional e congênita e sua relação com a cobertura da Estratégia Saúde da Família, Goiás, 2007-2014: um estudo ecológico. Epidemiol Serv Saú. 2018; 27(4):1-10. DOI: 10.5123/S1679-49742018000400008
  8. Maraschin M, Rocha A, Tonini NS, Souza EA, Caldeira S. Caracterização de indivíduos acometidos por sífilis adquirida e congênita em um município do oeste do Paraná. Rev Nurs. 2018; 21(243):2294-2298.
  9. Lago EG. Current Perspectives on Prevention of Mother-to-Child Transmission of Syphilis. Cureus. 2016; 8(3):1-20. DOI: 0.7759/cureus.525
  10. Arantes LJ, Shimizu HE, Merchán-Hamann E. Contribuições e desafios da estratégia saúde da Família na Atenção Primária à saúde no Brasil: revisão da literatura. Ciên & Saú Col. 2016; 21(5):1499-1509. DOI: 10.1590/1413-81232015215.19602015
  11. Brasil. Ministério da Saúde. Sífilis 2017. Brasilia: Secretaria de Vigilância em Saúde, 2017. Boletim Epidemiológico.
  12. Governo do Estado do Pará. Região de Integração do Baixo Amazonas. Pará: Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, 2019.
  13. Ibge. Projeto Levantamento e Classificação do Uso da Terra no Estado do Pará. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2013.
  14. Ibge. População no último censo. Brasilia: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2010.
  15. Padovani C, Oliveira RR, Pelloso SM. Sífilis na gestação: associação das características maternas e perinatais em região do sul do Brasil. Rev Latino-Am Enferm. 2018; 26:1-10. DOI: 10.1590/1518-8345.2305.3019
  16. Dantas LA, Jerônimo, SHNM, Teixeira, GA, Lopes, TRG, Cassiano, NA, Carvalho, JBL. Perfil epidemiológico de sífilis adquirida diagnosticada e notificada em hospital universitário materno infantil. Enferm glob. 2017; 16(46):217-226. http://dx.doi.org/10.6018/eglobal.16.2.229371
  17. Soares BGMR, Marinho MAD, Linhares MI, Mota DS. Perfil das notificações de casos de sífilis gestacional e sífilis congênita. SANARE. 2017; 16(02):51-59. https://doi.org/10.36925/sanare.v16i2.1178
  18. Marques JVS, Alves BM, Marques MVS, Arcanjo FPN, Parente CC, Vasconcelos RL. Perfil epidemiológico da sífilis gestacional: clínica e evolução de 2012 a 2017. SANARE. 2018; 17(02):13-20. https://doi.org/10.36925/sanare.v17i2.1257
  19. Lafetá KRG, Martelli Júnior H, Silveira MF, Paranaí LMR. Sífilis materna e congênita, subnotificação e difícil controle. Rev Bras de Epide. 2016;19(1): 63-74. DOI: 10.1590/1980-5497201600010006
  20. Brasil. Ministério da Saúde. Sífilis 2018. Brasilia: Secretaria de Vigilância em Saúde, 2018. Boletim Epidemiológico.
  21. Oliveira RBB, Peixoto AMCL, Cardoso MD. Sífilis em gestantes adolescentes de Pernambuco. Adoles & Saúd. 2019; 16(2):47-55.
  22. Costa COM, Santos BC, Souza KEP, Cruz NLA, Santana MC, Nascimento OC. HIV/AIDS e sífilis entre gestantes adolescentes e adultas jovens: fatores de exposição e risco dos atendimentos de um programa de DST/HIV/AIDS na rede pública de saúde/SUS, Bahia, Brasil. Rev Baian de Saúd Públi. 2011; 35(1):179-195.
  23. Cavalcante NS, Lima HRR, Tabosa DF, Barbosa ESS, Costa NPS, Costa LM, et al. Syphilis in female sex workers: an epidemiological study of the highway system of the state of Pará, northern Brazil. Rev da Soc Bra de Med Trop. 2018; 52:1-5. DOI: 10.1590/0037-8682-0064-2018
  24. Cardoso ARP, Araújo MAL, Cavalcante M, Frota MA, Melo SP. Análise dos casos de sífilis gestacional e congênita nos anos de 2008 a 2010 em Fortaleza, Ceará, Brasil. Ciên & Saú Col. 2018; 23(2):563-574. https://doi.org/10.1590/1413-81232018232.01772016
  25. Santos JAF. Desigualdade racial de saúde e contexto de classe no Brasil. DADOS – Rev de Ciên Soci. 2011; 54(1):5-40. http://dx.doi.org/10.1590/S0011-52582011000100001
  26. Magalhães DMS, Kawaguchi IAL, Dias A, Calderon IMP. A sífilis na gestação e sua influência na morbimortalidade materno-infantil. Ciên Saú. 2011; 22(1):43-54.
  27. Nonato SM, Melo APS, Guimarães MDC. Sífilis na gestação e fatores associados à sífilis congênita em Belo Horizonte-MG, 2010-2013. Epidemiol. Serv. Saúd. 2015; 24(4):681-694. DOI: 10.5123/S1679-49742015000400010
  28. Germano FN, Da Silva TMG, Mendoza-Sassi R, Martínez AMB. Alta prevalência de usuários que não retornam ao Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) para o conhecimento do seu status sorológico - Rio Grande, RS, Brasil. Ciên & Saúd Colet. 2008; 13(3):1033-1040. https://doi.org/10.1590/S1413-81232008000300026
  29. Alves EVG, Campos KFC, Fonseca TG, Araújo A. Estudo dos antecedentes perinatais de mães adolescentes em Buenópolis/Minas Gerais. R Enferm Cent O Min 2014; 3(4):1300-1309. DOI: https://doi.org/10.19175/recom.v0i0.771
  30. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa Conjunta Nº 109/2015/GAB/SVS/MS, GAB/SCTIE/MS. Brasilia: Secretaria de Vigilância em Saúde, 2015.
  31. Portal médico. Brasil enfrenta aumento da incidência de sífilis em gestantes e bebês. Brasília: Conselho Federal de Medicina (CFM), 2017.
Sistema OJS 3.4.0.10 - Metabiblioteca |