Ir al menú de navegación principal Ir al contenido principal Ir al pie de página del sitio

El pasado colonial como un problema no cerrado en la contemporaneidad. La descolonización mental como una posibilidad intercultural. El caso del Museo Virtual de Lusofonía

The colonial past as a problem not closed in contemporaneity. Mental decolonization as an intercultural possibility. The case of the Virtual Museum of Lusophony





Sección
Forjadores: Artículos de Investigación

Cómo citar
de Sousa, V. . (2020). El pasado colonial como un problema no cerrado en la contemporaneidad. La descolonización mental como una posibilidad intercultural. El caso del Museo Virtual de Lusofonía. Escribanía, 18(1). https://doi.org/10.30554/escribania.v18i1.3958
Descargar cita

Dimensions
PlumX

Cómo citar

de Sousa, V. . (2020). El pasado colonial como un problema no cerrado en la contemporaneidad. La descolonización mental como una posibilidad intercultural. El caso del Museo Virtual de Lusofonía. Escribanía, 18(1). https://doi.org/10.30554/escribania.v18i1.3958

Descargar cita

Licencia
Creative Commons License

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.

Vítor de Sousa

El pasado colonial sigue pesando mucho hoy en día, tanto en los antiguos países colonizadores como en los que han sido colonizados, haciendo hincapié en una visión occidental y unilateral de una narrativa que es diversa pero que subordina a los países que han sido auto-determinados durante años. Es un proceso que se relaciona con las mentalidades, por lo tanto es difícil y largo, de modo que aunque la descolonización se ha llevado a cabo en términos ad- ministrativos, no se ha correspondido con el nivel mental, lo que ha causado limitaciones y divisiones evidentes entre las partes. En este caso particular, encontramos los museos nacionales que narran las hazañas heroicas de Occi- dente, que blanquean la dinámica de los ex-colonizados cuyo papel se refiere al “otro” del proceso. Así, surge el debate sobre la necesidad de descolonizar los museos en un proceso que se encuentra en pleno desarrollo y que se hace sen- tir en relación con el concepto mismo de museo, en un intento de hacerlo más inclusivo, abierto a la sociedad para promover la ciudadanía, subrayando su corte intercultural. Esto implica un compromiso con la diversidad y la reformu- lación de los caminos de la memoria y las identidades forjadas en un momento que está fuera de la realidad. Y como es un proceso lento, la crítica poscolonial todavía lucha hoy por una visión distante del etnocentrismo europeo.


Visitas del artículo 900 | Visitas PDF 143


Descargas

Los datos de descarga todavía no están disponibles.
  1. Barreto, V. H.; Turra, R. & Brito, Sarah (21 de junho, 2019). Artivismo curatorial. Como descolonizar museus? [Online].
  2. Disponível em: https://medium.com/toruscx/artivismo-curatorial-como-descolonizar-museus-
  3. 45d609122592
  4. Eco, U. (1998 [1997]). Cinco escritos morais. Algés: Difel.
  5. Bayly, C. (2004). The Birth of the Modern World, 1780-1914: Global Connections and Comparisons. Oxford: Blackwell.
  6. Bethencourt, F. (2019). A extrema-direita europeia. Público. [Online]. Disponível em: https://www.publico.
  7. pt/2019/09/01/opiniao/opiniao/extremadireita-europeia-1884741
  8. Bethencourt, F. & Curto, D. R. (1991). Nota de Apresentação. (Pp. 7-14). In: F. Bettencourt & D. R. Curto (Orgs.). A
  9. Memória da Nação. Lisboa: Livraria Sá da Costa Editora.
  10. Bhabha, H. K. (1998). O local da cultura. Minas Gerais: Ed. UFMG.
  11. Cabecinhas, R. & Cunha, L. (2008). Introdução. Da importância do diálogo ao desafio da interculturalidade. (Pp.
  12. 7-12). In: R. Cabecinhas & L. Cunha (Eds.). Comunicação intercultural. Perspectivas, dilemas e desafios (Porto:
  13. Campo das Letras).
  14. Caetano, J. (1 de setembro, 2019). Não posso inventar um passado democrático. Público. [Online]. Disponível
  15. em: https://www.publico.pt/2019/09/01/culturaipsilon/noticia/nao-basta-definicao-nova-tornar-museusinclusivos-
  16. 1884969
  17. Cahen, M. (2013). Portugal is in the Sky: Conceptual Considerations on Communities, Lusitanity, and Lusophony.
  18. (Pp. 297-315). In: E. Morier-Genoud & M. Cahen (Eds.). Imperial Migrations. Colonial Communities and Diaspora
  19. in the Portuguese World. Hampshire: Palgrave Macmillan.
  20. Canelas, L. (6 de dezembro, 2016). É preciso pôr os museus a falar do presente e explicar por que não se pode
  21. caçar pokémons em Auschwitz, entrevista com Chris Whitehead. Público. [Online]. Disponível em: https://
  22. www.publico.pt/2016/12/06/culturaipsilon/noticia/e-preciso-por-os-museus-a-falar-do-presente-e-explicarpor-
  23. que-nao-se-pode-cacar-pokemons-em-auschwitz-1753719
  24. Canelas, L. (1 de setembro, 2019). Os museus devem promover a igualdade ou a sua missão é outra? Público.
  25. [Online]. Disponível em: https://www.publico.pt/2019/09/01/culturaipsilon/noticia/nao-basta-definicao-novatornar-
  26. museus-inclusivos-1884969
  27. Canelas, L. (24 de agosto, 2019). A descolonização dos museus (Entrevista a Wayne Modest, especialista em cultura
  28. material). Público (suplemento Ípsilon), 16-19.
  29. Carvalho, C. (10 de setembro, 2019). A crise do nosso tempo é esta incapacidade de nos pormos no lugar do outro.
  30. Diário de Notícias. [Online]. Disponível em: https://www.dn.pt/mundo/interior/a-crise-do-nosso-tempo-e-estaincapacidade-
  31. de-nos-pormos-no-lugar-do-outro-11275877.html
  32. Costa, P. (1 de setembro, 2019). Priorizar a salvaguarda das colecções é uma obrigação dos museus. Pressreader.
  33. [Online]. Disponível em: https://www.pressreader.com/
  34. Couto, M. (2009). Luso-afonias – a lusofonia entre viagens e crimes. (Pp. 183-198). In: M. Couto. E se Obama fosse
  35. africano? E outras interinvenções. Lisboa: Caminho.
  36. Curto, D. R. (7 de maio, 2018). Atraso da História. [Online]. Disponível em: http://expresso.sapo.pt/ blogues/2018-
  37. 05-07-Atraso-da-historia#gs.xt=EdoU
  38. de Brito, J. P. (2016). Museus e interrogações num mundo global. (pp. 509-515). In, D. R. Curto (org.). Estudos Sobre
  39. a Globalização. Lisboa: Edições 70.
  40. Dubar, C. (2011). Entre crise global e crises ordinárias: a crise das identidades. PLURAL, 18 (1), 175-184.
  41. Eco, U. (1998). Cinco escritos morais. Algés: Difel.
  42. Ferreira, A. P. (2007). Specificity without exceptionalism: towards a critical Lusophone postcoloniality. (Pp. 21-40).
  43. In: P. de Medeiros (Ed.), Lusophones literatures and postcolonialism. Utrecht: University of Utrecht, Portuguese
  44. Studies Center.
  45. Ferro, M. (2009). O ressentimento na história. Lisboa: Teorema.
  46. Gilroy, P. (2004). Postcolonial Melancholia. Columbia: Columbia University Press.
  47. Halbwachs, M. (1990). A Memória Colectiva. São Paulo: Vértice.
  48. Hall, S. (2000). A Identidade Cultural na Pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A.
  49. Han, B. C. (2016). O Aroma do Tempo. Um ensaio filosófico sobre a arte da demor. Barcelona: Herder.
  50. Han, B. C. (2018). A expulsão do outro. Lisboa: Relógio d’Água.
  51. Hartog, F. (2003). Regimes d’Historicité: presentisme et experiences du temps. Paris: Seuil.
  52. Hespanha, A. (1991). A emergência da História. Penélope, 5, 9-25.
  53. HootSuit. (2017). Special Reports - Digital in 2017: Global Overview. [Online]. Disponível em: https://wearesocial.
  54. com/special-reports/digital-in-2017-global-overview
  55. Kapuscinsky, R. (2006). O Outro. Porto: Campo das Letras.
  56. Koselleck, R. (2006). Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto/
  57. Ed. PUC-Rio.
  58. Lacerda, T. (2016). Interculturalidade. (Pp. 588-593). In: F. C. Domingues (Dir.). Dicionário da expansão portuguesa
  59. (1415-1600). Volume 2. Lisboa: Círculo de Leitores.
  60. Lança, M. (2019, 14 de janeiro). Aquilo que existe nos museus e nos arquivos pode ser dito de outra maneira,
  61. conversa com António Camões Gouveia. Buala. [Online]. Dispoible em: http://www.buala.org/pt/vou-la-visitar/
  62. aquilo-que-existe-nos-museus-e-nos-arquivos-pode-ser-dito-de-outra-maneira-conversa-c?fbclid=IwAR3DC3u
  63. WTzRDuIBmTr8L1_GjX97qHaXM8KzzkSuARv-FyOC6OvX2ghBUkxg
  64. Lévi-Strauss, C. (1977). L’Identité (Séminaire dirigé par Claude Lévi-Strauss). Paris: Bernard Grasset.
  65. Martins, M. L. (2014). Língua Portuguesa, globalização e lusofonia. (Pp. 15-33). In N. Bastos (org.). Língua Portuguesa
  66. e Lusofonia. São Paulo, EDUC - IP-PUC.
  67. Martins, M. L. (2017). Da obsessão da portugalidade aos equívocos e possibilidades da lusofonia. (Pp. 9-20). In: V.
  68. Sousa. Da ´portugalidade´ à lusofonia. Famalicão: Húmus/CECS.
  69. Mbembe, A. (2017). Crítica da razão Negra. Lisboa: Antígona.
  70. Mbembe, A. (13 de agosto, 2019). Achille Mbembe: L’Afrique, laboratoire vivant où s’esquissent les figures du
  71. monde à venir. Le Monde. [Online]. Disponível em: https://www.lemonde.fr/festival/article/2019/08/13/achillembembe-
  72. l-afrique-laboratoire-vivant-ou-s-esquissent-les-figures-du-monde-a-venir_5498991_4415198.html
  73. Meireles, L. (27 de agosto, 2916). Entrevista Sanjay Subrahmanyam. O império português era um império em
  74. rede. Expresso, 50-58.
  75. Museu Virtual da Lusofonia. (2016).
  76. Nora, P. (1989). Between Memory and History: ‘Les Lieux de Mémoire’. Representations, 26, 7-24.
  77. Observing Memories. (2018). Expert´s view, Interview to Enzo Traverso: About the complexity of the past. Magazine
  78. of the European Observatory on Memories, second issue, 2, 20-35. Disponível em: https://view.joomag.com/
  79. observing-memories-2/0021412001544464183
  80. Pimentel, I. F. (2013). Será que a História nos pode fornecer algo de preventivo e ‘anular o destino’? [Online].
  81. Disponível em: http://irenepimentel.blogspot.com/2013/02/
  82. Pimentel, I. F. (21 de setembro, 2017). Opinião ‘Cartas ao diretor’ [Entrevista a Filipa Raimundo]. Público. [Online].
  83. Disponível em: https://www.publico.pt/2018/09/21/opiniao/opiniao/cartas-ao-director-184467
  84. Reto, L.; Machado, F. & Esperança, J. (2016). Novo Atlas da Língua Portuguesa. Lisboa: INCM – Imprensa Nacional
  85. Casa da Moeda.
  86. Ribeiro, M. C. (2016). A Casa da Nave Europa – miragens ou projeções pós-coloniais? In: A. S. Ribeiro & M. C. Ribeiro
  87. (org.). Geometrias da memória: configurações pós-coloniais. Porto: Afrontamento.
  88. Ricoeur, P. (2000). La Memóire, l’Histoire, l’Oubli. Paris: Éditions du Seuil.
  89. Rothberg, M. (2019). The implicated subject. Beyound victims and perpetrators. Stanford: Stanford University Press.
  90. S a r r, F. ( 1 2 d e a g o s t o , 2 0 1 9 ) . E n f i n i r a v e c l e m u s é e ‘ e t h n o g r a p h i q u e ’ q u i
  91. f a b r i q u e u n d i s c o u r s s u r ‘ l e s a u t r e s ’. L e M o n d e . [ O n l i n e ] . D i s p o n í v e l e m :
  92. https://www.lemonde.fr/festival/article/2019/08/12/felwine-sarr-en-finir-avec-le-musee-ethnographique-quifabrique-
  93. un-discours-sur-les-autres_5498649_4415198
  94. Soutelo, L. C. (2015). A memória pública do passado recente nas sociedades ibéricas. Revisionismo histórico e
  95. combates pela memória em finais do século XX (tese de Doutoramento, Faculdade de Letras da Universidade
  96. do Porto, Portugal). Porto: Universidade do Porto (Portugal).
  97. Tavares, R. (2 de agosto, 2019). Memória. Público. [Online].
  98. Thiong’o, N. (1986). Decolonising the mind: the politics of language in African literature. Portsmouth: Heinemann
  99. Educational.
  100. Torgal, L. R. (2015). História, que História? Notas Críticas de um historiador. Lisboa: Círculo de Leitores.
  101. Vecchi, R. (2018). Depois das testemunhas: sobrevivências. Jornal Memoirs. [Online]. Disponível em: https://www.
  102. ces.uc.pt/ficheiros2/files/MEMOIRS-encarte.pdf
  103. Vlanchou, M. (1 de setembro, 2019). Os museus têm negligenciado a sua relação com a sociedade. Público. [Online].
  104. Disponível em: https://www.publico.pt/2019/09/01/culturaipsilon/noticia/nao-basta-definicao-nova-tornarmuseus-
  105. inclusivos-1884969
  106. Wolton, D. (2004 [2003]). A Outra Globalização. Lisboa: Difel.