É ético o jornalista conciliar atividades em redeção e em assessoria de imprensa? Uma análise do caso brasileiro

Autores/as

  • Bianca Persici Toniolo investigadora da área da comunicação de crise, membro da Associação Portuguesa das Ciências da Comunicação (Sopcom).
  • Nathalia de Pinho Pereira Investigadora da área da comunicação interna.

Resumen

Embora Portugal já tenha superado o debate acerca das questões éticas relacionadas ao exercício concomitante de atividades em redações e em assessorias de imprensa por jorna- listas, no Brasil o assunto ainda gera polêmica. Se, no país lusitano, a função de assessor de imprensa é desempenhada, predominantemente, pelos profissionais das relações públicas, proibindo-se que os jornalistas trabalhem, ao mesmo tempo, como repórter e assessor de imprensa, em terras tupiniquins os jornalistas podem, sem qualquer impedimento, exercer a dupla jornada. A nossa intenção nesta investigação é apresentar argumentos que comprovem a tese de que a conciliação de atividades em redações e em assessorias de imprensa por jor- nalistas representa uma incompatibilidade ética da conduta profissional. Como método de ex- posição do raciocínio, utilizamos a teoria de Weston (1996) e dividimos os nossos argumentos em três tipos: argumentos de autoridade, argumentos com base em exemplos e argumentos por analogia.

Publicado

2020-05-04

Cómo citar

Persici Toniolo, B. ., & de Pinho Pereira, N. . (2020). É ético o jornalista conciliar atividades em redeção e em assessoria de imprensa? Uma análise do caso brasileiro. Escribanía, 18(1), 11-26. Recuperado a partir de http://revistasum.umanizales.edu.co/ojs/index.php/escribania/article/view/3786

Número

Sección

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